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terça-feira, 7 de junho de 2011

A Epidemia de Estresse nas Empresas do Século XXI

Estresse: o assassino silencioso
Por: Sérgio Ricardo
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-epidemia-de-estresse-nas-empresas-do-seculo-xxi/55552/

As pessoas, geralmente, não se sentem somente ansiosas e estafadas pelo estresse no trabalho, ficam também desnorteadas pela ampla variedade de pensamentos, emoções e alterações físicas que acontecem com elas. Caso não saibam identificar esses sintomas, podem reagir emocionalmente piorando seu estado de saúde. Para desenvolver estratégias de abordagem e identificação do problema é necessário que se entenda como o estresse atua no corpo e na mente. O organismo das pessoas experimenta uma ampla variedade de alterações quando se sujeita ao estresse nas empresas. Essas alterações orgânicas ocorrem como uma defesa das pessoas diante dos problemas.
É muito comum se ouvir das pessoas frases do tipo "estou estressado", mas quando isto acontece geralmente elas querem dizer que estão cansadas, que dormiram mal, que faltou dinheiro para pagar as contas, que estão com uma série de problemas etc., etc.
A expressiva mudança em todos os segmentos da sociedade passou a exigir do ser humano uma grande capacidade de adaptação física, mental e comportamental e na maioria das vezes, a grande exigência imposta às pessoas pelas mudanças na vida moderna e, conseqüentemente, a necessidade imprescindível de se ajustar a tais mudanças, acabou expondo todos, empregados, patrões, pais, filhos, amigos, a uma freqüente situação de conflito, ansiedade, angústia e instabilidade emocional.
O estresse, geralmente, surge como uma conseqüência direta dos persistentes esforços adaptativos da pessoa a sua situação existencial. Ansiedade, estresse e esgotamento são termos de uso corrente entre as pessoas participantes daquilo que é chamado de "vida moderna", que condiciona que se seja mais competitivo e melhor, para sobreviver num mercado cada vez mais desregulamentado e exigente.
Quando isto ocorre, gerando desequilíbrio e alterações no metabolismo, configura-se um quadro de estresse. O estresse já é considerado como uma epidemia do século XXI. Os seus efeitos são tão negativos para as pessoas, como para as empresas. As organizações, os grupos ou equipes estão propensos a ficarem estressados, embora exista um estigma de que o estresse pode significar fraqueza. Nossa cultura ocidental, por ser uma cultura voltada para o mercado, ainda estimula este estigma, já que as pessoas parecem sentir medo ou vergonha de falar sobre o assunto. As diretrizes das empresas, por sua vez, não deixam margem para manifestações de reconhecimento do estresse.
Segundo especialistas, o estresse é indutor de fortes desfuncionamentos e elevados custos nas organizações em geral e nos indivíduos em particular. Dessa forma, em 1993, o estresse foi categorizado como uma epidemia global.
Estudos recentes concluem que 75% dos trabalhadores experimentam condições físicas ou mentais relacionadas com o estresse. E esses números exorbitam no Japão, onde se estima que cerca de trinta mil trabalhadores morrem por ano por excesso de trabalho.
A tarefa de procurar sinais de estresse numa empresa começa pela observação atenta de seus funcionários. Se o comportamento deles é marcado pela pressa, agressividade ou queda de produtividade, a empresa está estressada.
Considerando que o primeiro fator de estresse no mundo profissional está ligado às relações interpessoais, o estressado sofre redução da capacidade de comunicação com os profissionais com os quais se relaciona. Essa alteração pode assumir diversas formas. Uma delas é o isolamento. Outra característica comum e bem conhecida é a agressividade. Ela ocorre quando o indivíduo está submetido a grandes constrangimentos.
Uma das qualidades do bom administrador é, exatamente, ser capaz de absorver o estresse, mas, para que isso aconteça, ele precisa ter o próprio estresse sob controle.
É sabido que "um empregado médio perde, durante a vida, um ano e meio de trabalho devido a doenças provocadas pelo estresse", ainda, por mais que as empresas invistam em equipamentos de alta tecnologia, dificilmente poderão melhorar sua eficiência e rentabilidade.
Ao contrário, somente com a investigação do material humano que dispõe é que poderá reduzir sua exposição ao estresse, elevando em contrapartida os ganhos desejados.
Em um ambiente em que há poluição atmosférica ou sonora, temperatura desagradável, umidade, "design" inadequado etc., há uma probabilidade maior de desgaste físico e emocional entre os empregados. Outros fatores relacionados ao tempo também entram na lista dos elementos estressantes, são eles: mudanças de fuso horário, prolongamento das jornadas de trabalho, trabalho por turnos, tarefas com prazos curtos etc.
Com relação as características organizacionais, sociais as diretorias gestoras de conteúdos administrativos ressaltam alguns fatores que devem ser evitados em nível organizacional:
  • Os ritmos acelerados;
  • A sobrecarga de trabalho;
  • A monotonia;
  • A ausência de participação;
  • A falta de equiparação nas recompensas salariais;
  • A impossibilidade de progresso na carreira;
  • As funções com elevado nível de complexidade;
  • A incerteza quanto ao futuro da organização;
  • A ambigüidade nas orientações da chefia;
  • A ausência de autonomia; 
  • A má qualidade das relações interpessoais.
Outro ponto importante é que "não há organizações isentas -escolas, empresas, órgãos públicos, gabinetes de governo, instituições beneficentes, institutos -todas são afetadas pelo estresse e muito deve ser feito para torná-las melhores".
Apesar das situações de estresse terem se tornado inevitáveis neste mundo conhecido por globalizado, e suas soluções não serem necessariamente triviais,existem várias saídas eficazes, como as descritas no item que podem ser empregadas independentemente ou em conjunto, para o controle e erradicação do estresse físico e mental nas empresas, como o exemplo a seguir sugere:
Um dos principais causadores do estresse, é o perfeccionismo. Estimular desafios buscando a excelência dos empregados, mas reconhecendo as imperfeições humanas, é uma fórmula de felicidade, pela motivação que causa e pela alegria proporcionada pelo reconhecimento de um trabalho bem feito.
O autoconhecimento é um princípio fundamental para progredir na vida, pois somente através do conhecimento de nós mesmos é que podemos saber quais as nossas limitações e o nosso potencial. É possível desenvolver o autoconhecimento através de testes, dinâmicas e terapias em grupo.
A conscientização corporal é uma das estratégias para se desenvolver o autoconhecimento. Os programas de exercícios nas empresas estão sendo implementados por diversas corporações. Estes são orientados por professores de educação física ou por fisioterapeuta. Nesse tipo de programa costuma haver a predominância de exercícios de alongamento e exercícios aeróbicos leves.
Administração do tempo é um fator de grande importância, é aconselhável fazer um cronograma e seguí-lo rigorosamente, onde se encontram todas as atividades a serem controladas, de maneira que não haja desperdício involuntário do tempo. Planejar melhor as atividades para evitar o acúmulo de trabalho faz com que se tenha mais tempo para o lazer, tão necessário e desejado por todos.
Ambiente de trabalho personalizado influencia no estresse, pois o estresse não é uma doença individual e não afeta apenas a vida privada das pessoas; logo, sua prevenção e tratamento devem estar em uma escala de importância suficientemente abrangente, a fim de solucionar um problema que caracteriza nossa era.
No trabalho, que é onde vivemos grande parte de nossa vida, tudo o que nos satisfaz ou que nos aflige se torna muito evidente. Sendo assim, é imprescindível estender toda a boa-vontade e a simplicidade complexa do leque de soluções ora proposto, ao ambiente profissional, já que a harmonia no trabalho precisa ser sempre cultivada.
Para isso, um pouco de criatividade pode ser o suficiente. Pelo preço de alguns quadros de aviso e tachinhas é possível financiar o congraçamento entre pessoas que trabalham juntas.
Basta incentivá-las a usar os quadros de aviso para anunciar coisas à venda, serviços realizados nas horas vagas ou trocas de plantão. Nascimentos, casamentos e conquistas pessoais, também entram na lista de coisas anunciáveis.
Mas esta é apenas uma entre tantas alternativas que poderiam ser mencionadas aqui, todas com um mesmo fim – incentivar o companheirismo entre colegas de trabalho, aumentar o bem estar durante a permanência no local de trabalho e, com isso, reduzir as tensões prevenindo o estresse.
Um primeiro passo para o gerenciamento do estresse é realizar as avaliações médicas periódicas, e principalmente as avaliações em Biometria Funcional, assim sabendo quais são os níveis das reservas do organismo e os níveis de estresse podemos antecipar e prever ações que podem salvar vidas e minimizar os efeitos das doenças psicossomáticas, melhor o desempenho e aumentar os lucros nas empresas

quarta-feira, 30 de março de 2011

Problemas ginecológicos podem ser consequências do estresse

O estresse é causa de muitas doenças. No caso das mulheres, muitas disfunções do aparelho reprodutor são resultantes de altos níveis de ansiedade. O ginecologista Mauricio Simões Abrão afirma que nesse caso o estresse se relaciona com o perfil das doenças de duas formas mais significativas. A primeira, alterando o funcionamento hormonal. "Em cada pico de estresse, há um pico de adrenalina e, consequentemente um estímulo hormonal inadequado. Este estímulo pode gerar alterações menstruais, alterações na ovulação ou até sangramentos genitais", explica. A segunda é a queda na imunidade. "O sistema imunológico está por trás de várias doenças no ser humano, o que ocorre muito em ginecologia", diz.
Um estudo feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, constatou que viver sob tensão constante acaba interferindo na fertilidade.
Os pesquisadores acompanharam 274 casais que estavam tentando engravidar há seis meses e descobriram que as mulheres tinham menos probabilidade de gerar filhos quando apresentavam níveis elevados de uma enzima relacionada ao estresse.
Os casais, acompanhados durante um ano, seguiram os ciclos mensais utilizando kits de fertilidade em casa. No sexto dia do ciclo de cada mês as mulheres forneciam amostras de saliva que eram testadas para os hormônios do estresse, o alfa-amilase e o cortisol.
Os níveis de cortisol aparentemente não influenciaram a capacidade de concepção. Mas aquelas com níveis mais altos de alfa-amilase tiveram cerca de 12% menos de probabilidade de engravidar.
Conhecida como a enzima que ajuda o organismo a digerir o amido, a alfa-amilase também foi descoberta como sendo um indicador de estresse, pois é secretada quando o sistema nervoso produz compostos conhecidos como catecolaminas, em resposta à luta ou fuga, reações típicas do estresse.
"Há evidências que as catecolaminas liberadas em resposta ao estresse reduzem o fluxo sanguíneo e retarda a passagem do óvulo fertilizado no útero. Isso pode significar que o óvulo não chega a tempo para ser fecundado", diz Germano Buck Louis, um dos autores do estudo.
Ainda segundo a pesquisa, os resultados apresentados suportam a ideia de que tomar medidas para reduzir o estresse no trabalho ou em casa podem ajudar mulheres em idade fértil a alcançar a gravidez desejada. Relaxar certamente não vai causar nenhum tipo de dano aos casais que estão tentando conceber. Reduzir o estresse pode ser difícil, mas a meditação, ioga ou outras técnicas de relaxamento podem ajudar.

Fonte: http://minhavida.uol.com.br/conteudo/12416-Problemas-ginecologicos-podem-ser-consequencias-do-estresse.htm

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cuidado com o estresse!

     Ele prejudica a qualidade de vida e ainda enfraquece o sistema imunológico
De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse, em suas mais variadas formas, atinge perto de 90% da população do planeta.
Levando em conta o caos no trânsito e a pressão no trabalho vivida nos grandes centros urbanos, esse dado não chega a causar tanto impacto à primeira vista. Mas o estresse está associado ao desenvolvimento de uma série de doenças, tais como câncer, hipertensão, depressão, diabetes, asma e psoríase, entre outras.
      Necessário, na hora certa...
Apesar de ser constantemente citado como um mal da modernidade, o estresse é conhecido desde as eras mais primitivas. Para o homem das cavernas, ele servia como um escudo: diante de uma situação de perigo iminente, estimulava o organismo a produzir as substâncias necessárias para lutar ou fugir. Hoje, por outro lado, não é preciso muito para levar o corpo a esse estado de alerta: há quem sofra com ele ao enfrentar a fila do banco, ao discutir com o parceiro ou ao enfrentar uma entrevista de emprego.
Segundo a endocrinologista Dolores Pardini, do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), como ninguém precisa sair correndo ou partir para a briga em situações como essas, a enxurrada de reações desencadeada no corpo passa de protetora a vilã.
“Quanto mais tempo se vive sob estresse, maior a quantidade de adrenalina e cortisol liberada no organismo”, explica a médica, referindo-se aos principais hormônios produzidos nos momentos de tensão.
A adrenalina, cuja função é bloquear o sangue em vários órgãos e enviá-lo aos músculos para corrermos das ameaças, pode levar à hipertensão quando fabricada em excesso. Já o exagero de cortisol, hormônio que libera açúcar na corrente sanguínea para servir de energia durante a fuga, pode até evoluir para diabetes em pessoas predispostas à doença.
     Sistema imune em risco
Segundo Ana Maria Rossi, psicóloga e presidente do Isma Brasil, associação integrante da International Stress Management Association, o principal contratempo relacionado ao estresse é que ele prejudica o sistema imunológico, responsável por defender o corpo da proliferação de células cancerosas, vírus ou bactérias. “Quando isso acontece, ficamos vulneráveis a qualquer tipo de problema: desde uma simples alergia até um câncer”, informa Ana. Por isso, o primeiro passo para evitar complicações é deixar de ver o estresse como uma simples frescura. “Muitas vezes as pessoas vão ao médico e escutam ‘é só estresse’. Mas tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde precisam perceber que esse quadro pode levar a graves consequências”, ressalta a especialista.
     Incontáveis prejuízos
O estresse pode colaborar para o surgimento de diversos problemas de saúde em homens e mulheres.
Veja alguns exemplos de como eles afetam o corpo feminino:
Obesidade: quem é muito ansiosa e estressada acaba comendo sem perceber – isso sem contar que o metabolismo acelerado aumenta o apetite. Assim, o ponteiro da balança não demora a acusar os quilos extras.
Problemas na pele: em situações estressantes, o corpo da mulher pode produzir uma quantidade maior de testosterona, o hormônio masculino. O resultado disso é o surgimento de acne, espinhas e muita oleosidade. E não para por aí: de acordo com uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ) com 50 mil pacientes, um terço dos que apresentavam problemas de pele, como psoríase, vitiligo e herpes labial, sofria influências emocionais, como estresse, depressão ou ansiedade.
Rugas: para piorar a situação, elas aparecem mais cedo. Isso porque, além de o estresse estimular a fabricação de radicais livres (moléculas que favorecem o envelhecimento da pele), a pessoa que vive estressada está sempre com os músculos da face franzidos.
Irregularidade menstrual: o ciclo pode sofrer uma reviravolta por causa do estresse. Em alguns casos a mulher chega até a parar de menstruar.
Menopausa precoce: pesquisadores da Universidade de Versailles, na França, analisaram 1.500 mulheres com 50 anos ou mais e descobriram que as mais estressadas no trabalho tinham maior tendência a iniciar a menopausa bem antes da idade média de 52 anos.
Infertilidade: casais com nível de ansiedade elevado podem ter o sistema reprodutor comprometido e, por isso, apresentar dificuldade para engravidar. Não é à toa que muitas mulheres se descobrem grávidas depois que se esquecem do assunto.
Problemas gastrointestinais: a tensão constante pode causar prisão de ventre, diarréia, gastrite e úlcera.
Câncer: de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e publicado na revista Nature, o estresse seria capaz de emitir sinais para que as células desenvolvam tumores.
Doenças da boca: pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Piracicaba e da Universidade Estadual de Campinas publicaram um estudo no qual observaram que pessoas estressadas estão mais propensas a desenvolver doenças periodontais – que atingem o conjunto de tecidos ao redor dos dentes.
Doenças cardíacas: um estudo realizado com servidores públicos em Londres e publicado na revista científica European Heart Journal, avaliou que aqueles com idade abaixo de 50 anos e portadores de estresse crônico tinham 68% mais chance de sofrer com doenças cardíacas quando comparados aos funcionários que atuavam em ambiente livre de estresse.
     Qualidade de vida
Cabe lembrar que o estresse não só afeta a saúde como também a qualidade de vida. “Normalmente quem está estressado tem dificuldade de se relacionar e se divertir, pois fica muito voltado para o fator estressor”, afirma Lúcia Novaes, professora do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Associação Brasileira de Stress (ABS).
É importante ressaltar também que pessoas extremamente estressadas têm como sintomas a hipersensibilidade emotiva e a irritabilidade. Essa combinação pode ser explosiva e contribuir para reações violentas em diversos contextos, como após uma ‘fechada’ no trânsito, uma bronca do chefe ou uma reclamação do marido.
     Tratando o problema
Para evitar que o estresse tenha um efeito devastador sobre a vida e a saúde, é necessário ficar de olho nos sintomas e puxar o freio de mão caso eles apareçam com freqüência no cotidiano.
“O estresse excessivo se mostra através de muito cansaço (inclusive ao acordar), problemas de memória, pesadelos constantes, hipersensibilidade, irritabilidade exagerada, perda do interesse sexual, doenças físicas ou emocionais, como depressão e transtornos de ansiedade”, alerta Lúcia Novaes.
Praticar exercícios físicos, adotar uma alimentação balanceada, utilizar de técnicas de relaxamento e respiração profunda e ter uma visão realista dos acontecimentos estão entre as estratégias mais empregadas na prevenção e no controle do estresse. Para Lúcia, é fundamental estabelecer prioridades na vida e também aprender a ver o lado positivo das coisas.
Se mesmo assim for difícil regular os níveis de tensão, é melhor procurar ajuda profissional. Muitas vezes, é necessário contar com o auxílio de um psicólogo especializado em estresse e de um médico – caso já apresente alguma doença, como hipertensão ou úlcera.
“O tratamento envolve quatro áreas: atividade física, técnicas de relaxamento e respiração profunda, orientação em relação à alimentação e abordagens psicológicas para aprender a lidar com o estresse. Trata-se de uma mudança no estilo de vida”, finaliza a presidente da ABS.

Gazetaweb.com - Thaís Manarini
Fonte: http://www.sbd.org.br/medicos/atualidade/Noticia.aspx?Cod_Noticia=461&Ano=2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Estresse no trabalho afeta mais o coração da mulher com menos de 50


Estudo interessante, desenvolvido na Dinamarca e publicado na revista científica "Occupational and Environmental Medicine", sugere que a pressão no trabalho tem maior efeito sobre a saúde de mulheres mais jovens do que nas que chegaram aos 50 ou 60 anos.
Ver texto completo no endereço: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/05/07/estresse-no-trabalho-afeta-mais-coracao-da-mulher-com-menos-de-50-diz-estudo-916525704.asp

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Mercado financeiro e depressão

Quando o assunto é o mercado financeiro, não raro a imagem que surge é a de corretores na bolsa aglomerados e empurrando-se aos berros. Não por acaso, as ocupações neste mercado são consideradas das mais estressantes. Mais: os níveis expressivos de depressão associada a este ambiente de trabalho acaba por afetar não só a produtividade do empregado, como também sua vida pessoal.
Essa é a conclusão de um estudo chinês, apresentado durante o 17º Congresso Europeu de Psiquiatria, em Lisboa/Portugal, que analisou 1.024 trabalhadores, recrutados em três organizações financeiras de grande porte localizadas no norte e no sul do país, com o objetivo de verificar o impacto dos sintomas depressivos sobre a produtividade e o bem-estar deste grupo.
“Foi identificado um efeito de irritação, o que mostra um dano maior dos sintomas depressivos às funções psicossociais do trabalhador. Além disso, os sintomas depressivos dos trabalhadores também prejudicaram a qualidade de vida deles em aspectos como relações interpessoais e situações do cotidiano entre outros”, afirma o autor da pesquisa Wang, do centro de saúde comportamental da University of Hong Kong.
As análises feitas pelo pesquisador mostram que os sintomas depressivos apresentados estavam associados a três manifestações comportamentais no trabalho, sendo estas (em ordem decrescente de efeito): intenção de rotatividade, presenteísmo e absenteísmo.
Segundo o pôster sobre a pesquisa apresentado durante o congresso, os sintomas depressivos, especificamente, apresentaram um efeito maior sobre o presenteísmo comparado ao absenteísmo, o que sugere ausência de noção ou reconhecimento insuficiente por parte dos trabalhadores chineses da depressão enquanto uma doença em comparação com outras doenças físicas”, explica o autor no pôster sobre a pesquisa apresentada no evento científico.
“O estudo fornece evidência de prejuízos causados pela depressão no ambiente de trabalho, o que urge que os gestores responsáveis prestem mais atenção à saúde mental dos trabalhadores não importando se tal medida é para o bem da companhia ou para o bem-estar do empregado”, destaca o pesquisador chinês.


Fonte: Agência Notisa - 26/1/2009

http://www.protecao.com.br/novo/template/noticias.asp?setor=1&codNoticia=5434

domingo, 27 de maio de 2007

VII Congresso de Stress da Isma-BR - 2007

O NEST estará presente no VII Congresso de Stress da Isma-BR que será realizado de 26 a 28/06/2007 no Centro de Eventos Plaza São Rafael, em Porto Alegre/RS.
A ISMA - International Stress Management Association - é uma associação de caráter internacional voltada à pesquisa e ao desenvolvimento da prevenção e do tratamento de estresse no mundo.
Durante o Congresso, membros da equipe do NEST apresentarão um pôster sobre as pesquisas e ferramentas desenvolvidas no Núcleo mais recentemente.
Para saber mais sobre o nosso trabalho, entre em contato pelo email: nest@latec.uff.br